

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou, no dia 29 de janeiro, uma nota pública repudiando o caso de violência doméstica registrado no Assentamento Conquista da Esperança, em Tupanciretã, onde uma mulher foi encontrada em situação de cárcere privado, acorrentada dentro da própria residência e com sinais de agressão.
No documento, o MST classifica o episódio como um fato grave e afirma que a violência, em qualquer de suas formas, é incompatível com os princípios do movimento, que atua há mais de quatro décadas na defesa da Reforma Agrária, da justiça social e da dignidade humana.

A nota ressalta que o movimento não compactua nem se responsabiliza por atos individuais que violem a lei e os direitos humanos, destacando que os envolvidos no crime não representam os valores construídos coletivamente nos assentamentos. O MST também cobra das autoridades a apuração rigorosa dos fatos e a punição dos responsáveis.
Além disso, o movimento manifesta solidariedade à vítima, desejando sua recuperação física e emocional, e reafirma o compromisso permanente com o combate à violência contra a mulher.
TODOS CONTRA A DENGUE



