

Ao iniciar este escrito, pensei muito no leitor e no tema, pois tenho o compromisso de compartilhar semanalmente uma mensagem pelo JMD. Hoje, o foco é a Escola Antônio Silveira, nosso conhecido Polivalente, que nasceu de um acordo do município com o governo estadual em 1974. Parte de seu terreno foi doada por Honorina Campos de Abreu (Dona Cacinha), que também providenciou a capela anexa à escola, e outra parte adquirida por acertos fiscais com Arany e Laury Silveira Barcellos.
Criada oficialmente pela Lei 24.851, de 6 de setembro de 1976, a escola funciona com empenho desde maio de 1977, completando este ano 49 anos de intensa interação educacional com Tupanciretã.
Neste sábado, dia 7 de março, tive o prazer de reviver minha adolescência participando da atividade “Família na Escola”, promovida pelo Centro Literário José do Patrocínio. Senti a vibração positiva de alunos e pais nas oficinas de dança, trabalhos manuais, esportivos e culturais, além das palestras. Foi um ambiente escolar acolhedor e inovador.
Registro também a beleza e grandeza da biblioteca “Nestor André Mantese”, totalmente reestruturada, que demonstra o compromisso da escola em levar leitura e conhecimento a todos, com apoio de um corpo docente dedicado e qualificado.
Parabéns à direção, professores e funcionários da Escola Antônio Silveira, que aplicam seus recursos com responsabilidade e desenvolvem sua missão educacional junto a mais de 370 alunos.
Como poeta autodidata e membro do Centro Literário, fiquei profundamente feliz com a recepção calorosa, a parceria da presidente Fátima Mardini, das palestrantes Marimar Possebom e Margot Silveira, e ainda a oportunidade de compartilhar poesias homenageando artistas locais.
Tudo isso reforça que a Escola Antônio Silveira é, de fato, POLIVALENTE em sua missão de educação, cultura e integração familiar.



